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28 de jul de 2012

Caça Typhoon da RAF é acionado para interceptação no primeiro dia dos Jogos Olímpicos em Londres

















Os controversos procedimentos de segurança da Grã-Bretanha nos Jogos Olímpicos entraram em ação quando um jato de combate partiu para interceptar um avião que havia entrado no espaço aéreo restrito. O jato Typhoon foi ordenado a interceptar a aeronave, depois dela não ter conseguido entrar em contato com controladores de tráfego aéreo, disse o Ministério da Defesa.

As comunicações foram restauradas e, em seguida, o jato foi ordenado a aguardar.
Os organizadores da Olimpíada têm sido criticados por militarizar os Jogos depois que baterias de mísseis foram instalados em áreas residenciais em torno dos locais olímpicos, para proteção contra ataques aéreos. Milhares de soldados também foram mobilizados para proteger os Jogos.
“Podemos confirmar que um Typhoon partiu nessa quarta-feira pouco antes das 11:30hs,” disse um porta-voz do Ministério de Defesa. “Isso foi em resposta a um avião comercial que estava sem comunicação com os serviços de controle de tráfego aéreo. As comunicações foram rapidamente restauradas. Nenhuma ação adicional foi necessária.”
Os agentes de segurança estão em alerta máximo desde antes e durante todo o período dos jogos de 27 de julho a 12 de agosto. Especialistas alertam que as Olimpíadas são o tipo de eventos onde o perfil poderia ser alvo de militantes. Atentados em transportes em Londres mataram 52 pessoas em 2005, um dia depois de a Grã-Bretanha descobrir que havia ganhado o direito de sediar os Jogos.
As equipes olímpicas de países da região os nas proximidades de turbulências políticas, como de Israel, são particularmente cautelosas. Este ano é o 40º aniversário do ataque dos Jogos de Munique de 1972 por militantes palestinos que mataram 11 membros da equipe de Israel.
Navios de guerra britânicos, caças, aviões de vigilância e helicópteros estão de prontidão em caso de falhas de segurança.
Os manifestantes contra atos de guerra acusaram o Ministério da Defesa de criar um clima de medo, e o próprio ministério está tentando minimizar essa condição.

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